Depressão na pandemia: Número de casos aumenta

Depressão na pandemia: Número de casos aumenta (20 de agosto de 2020)

 

Nesse período de Covid-19, dobraram os índices de depressão na pandemia, especialmente após a quarentena.Segundo estudo divulgado pelo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a quantidade de indivíduos com depressão nesse período subiu de 4,2% para 9%, enquanto que para ansiedade o salto foi de 8,7% para 14,9%.

Outro levantamento realizado pela Associação Brasileira de Psiquiatria (APB) relata que houve 47,9% de aumento de atendimentos psiquiátricos desde o início da crise do Coronavírus. Além disso, 89,2% dos especialistas entrevistados apontaram piora no quadro de seus pacientes.

Continue a ler este post para conhecer melhor essa situação e entenda quando é necessário buscar ajuda especializada.

 

Como a pandemia tem alterado o quadro emocional das pessoas

O estudo da ABP também destaca que 67,8% dos médicos receberam, no intervalo de tempo após a Covid-19, novos pacientes sem histórico anterior de sintomas psiquiátricos. Ainda, 69,3% são de pacientes que já estavam em alta retornaram aos consultórios.

Devido ao isolamento social e à situação de ameaça constante do Coronavírus, aumentam a ansiedade, assim como o estresse e os quadros de depressão na pandemia. Entretanto, essa situação não atinge apenas aos que permanecem em casa.

Em entrevista à CNN, o coordenador da pesquisa da UERJ afirma que os que precisam sair de casa para trabalhar todos os dias tiveram os maiores níveis de adoecimento mental em comparação aos que estavam em confinamento.

A depressão na pandemia bem como outros problemas mentais e neuropsicológicos são, inclusive, um problema de saúde pública. Aproximadamente de 900 mil profissionais do SUS que atuam na linha de frente vão receber questionários para avaliação da saúde mental diante do atual cenário.

 

Entenda o que é a depressão na pandemia

 A depressão na pandemia está atrelada à situação de convivência diária com dados de inúmeras mortes, que muitas vezes acometem amigos e familiares. E que causam insegurança para todas as pessoas que podem vir a contrair a doença.

Alguns sintomas de quem tem depressão são cansaço, problemas no sono, alterações no peso, além da angústia profunda. Esse distúrbio da mente pode se manifestar em qualquer idade independentemente do sexo.

 

Outro motivo que contribui para a doença, e que está relacionado ao estresse prolongado do confinamento, são os problemas de relacionamento no convívio mais frequente com as pessoas dentro de casa.

Além disso, o desemprego que tem atingido milhares de pessoas no país também leva à depressão devido à sensação de impotência e de incapacidade.

 

O que fazer para lidar com a depressão na pandemia

A ajuda de um profissional é indispensável para que a depressão não acabe interferindo em outros setores da vida e para que o sofrimento não seja prolongado.

Se há cansaço constante, assim como visão pessimista e choro frequente por mais de duas semanas. E o indivíduo não consegue lidar com a situação sozinho, fazer uma avaliação neuropsicológica contribuirá para entender as causas e direcionar o tratamento.

Espero que as informações sobre a depressão na pandemia tenham sido úteis e que você tenha gostado deste post!

 

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