3 coisas que todo médico (e pai) deve saber sobre TDAH em meninas e mulheres

3 coisas que todo médico (e pai) deve saber sobre TDAH em meninas e mulheres (15 de outubro de 2020)

 

O TDAH é um transtorno que ocorre com maior incidência entre os meninos. Por isso,  quando há casos de TDAH em meninas e mulheres, geralmente chegar a um diagnóstico precoce se torna um grande desafio.

Isso se dá porque além dos sintomas serem difíceis de reconhecer, existem uma série de outros fatores que médicos e pais devem considerar para identificar melhor o problema. E, com isso, ir em busca do tratamento mais adequado.

E nesse post separamos as  3 coisas que você precisa saber sobre o TDAH em meninas. Confira!

 

1.    TDAH em meninas - Só medicação não é o suficiente

Quando se fala em “tratamento”, geralmente vem à mente o uso de medicamentos e outros recursos farmacêuticos, mas quando se trata do tratamento de TDAH em meninas é muito mais do que isso.

De modo geral, a abordagem utilizada nesses casos é a multimodal que conta com uma completa rede de apoio que inclui familiares, professores, médicos e outros profissionais que juntos realizam o acompanhamento da paciente.

 

2.    É preciso considerar as flutuações hormonais no TDAH em meninas

É comum que muitas mulheres tenham sintomas como a insegurança, tendência ao choro e irritabilidade, ligados a queda nos níveis de estrogênio que acontece antes do período menstrual.

Dito isso torna-se essencial considerar essas mudanças na hora de pensar em um tratamento para o TDAH em meninas, pois eles costumam potencializar os sintomas desse tipo de transtorno.

Além disso, a automedicação e o excesso de álcool e outras drogas são mais comuns nesse período. E o uso dessas substancias podem piorar ainda mais o quadro de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

 

3.    É preciso incentivar o feedback sobre o tratamento

É comum que as meninas não se sintam confortáveis em relatar que estão com problemas seja com a medicação ou com os efeitos colaterais. E isso pode leva-las a tomar medicamentos que não são eficazes para seus casos por um longo tempo sem dizer nada a respeito.

Esse pode ser um problema particularmente perigoso em adolescentes. Isso porque estudos indicam que eles costumam abandonar medicações que acreditam não ajudar ou que apresentam efeitos colaterais.

Por isso é essencial incentivar a comunicação honesta sobre o tratamento, de modo que elas entendam a importância do feedback. E se sintam confortáveis para compartilhar detalhes de suas experiências.

 

Como tratar o TDAH em meninas

Basicamente, a melhor forma de tratamento para qualquer transtorno mental ainda é o diagnóstico precoce.

Isso porque, obtendo um diagnóstico ainda na fase inicial do problema, aumenta-se e muito as chances de um prognóstico positivo para o paciente. Assim, é possível controlar os sintomas ainda no início, o que reduz o impacto do problema sobre o bem estar e qualidade de vida do paciente.

Por isso, é importante considerar todos os pontos listados acima para lidar melhor com o TDAH em meninas e acelerar o tratamento.

Além disso, hoje em dia já graças ao avanço da tecnologia, já existem exames de imagem bem como avaliações neuropsicológicas que ajudam no diagnóstico precoce da doença. E principalmente na definição da melhor abordagem terapêutica em cada caso.

 

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